Orestes Mazzariol

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Drogas: o que saber (1) 

 

A Organização Mundial de Saúde (OMS) define ‘droga’ como sendo “toda substância, natural ou sintética capaz de produzir em doses variáveis os fenômenos de dependência psicológica ou dependência orgânica”. 

Uso de droga significa dizer que o usuário consome de forma administrável qualquer quantidade de droga. No caso do abuso, ocorre um padrão no consumo, aumentando as possibilidades de consequências que prejudicam o usuário. O abuso de drogas compreende não somente danos físicos e mentais, mas também sociais; já a dependência é classificada como uma enfermidade crônica que provoca alterações fisiológicas, psicológicas e sociais, e que se caracteriza por uma tendência compulsiva.

O termo ‘droga’ pode ser referido a medicamentos ou remédios com propriedades terapêuticas estabelecidas e, mais especificamente, a substâncias capazes de causar dependência e/ou que são objeto de abuso. 

Em um contexto legal, o termo ‘droga’ refere-se às substâncias psicoativas e, em particular, às drogas ilícitas ou àquelas cujo uso é regulado por lei. 

Fatores que afetam o início e continuação no uso: via de administração, hereditariedade, contexto social, aumento da confiança, atitudes da comunidade e fontes de prazer e recreação.

O tabaco é considerado um dos fatores mais determinantes na carga global de doenças. Além dos prejuízos ao usuário, acarreta complicações àqueles expostos à sua fumaça, denominados fumantes passivos. 

No ano de 2006, 13% dos entrevistados com idade inferior a 15 anos tinham experimentado bebidas alcoólicas. Esse percentual subiu para 22% em 2012.

Cerca de 6% dos brasileiros já inalaram algum produto solvente ou inalante – 10,3% entre homens e 3,3% entre mulheres. Depois do álcool e tabaco, os solventes ou inalantes são, em geral, a primeira droga usada por adolescentes.

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